Novo PAC do Governo Federal gera desconfianças em MS
Lançado com toda pompa em ato com a presença de todos os governadores, o novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) pode até ter animado muitos incautos, mas tem agente público fazendo igual a São Tomé: só acredita vendo. O motivo da desconfiança é que os dois governos do PT, de Lula e Dilma, deixaram uma herança maldita de 2.688 obras paradas, inclusive elefantes brancos espalhados pelo país afora.
Por falar nisso, a senadora Tereza Cristina (PP-MS) não tem tanta certeza assim com relação a promessa feita pelo governo petista de investir R$ 44,7 bilhões em obras em Mato Grosso do Sul. “Eu sou de oposição, mas responsável. Eu quero o bem do meu Estado. Agora, eu quero ver se esse dinheiro vai sair do papel e vai chegar na ponta”, alfinetou, referindo-se a promessa feita pelos mesmos atores que deixaram a desejar em governos anteriores, ou seja, fizeram o maior alarde e até hoje tem obras paradas nos quatro cantos do país.
Filiado ao mesmo partido da senadora, o presidente da Assembleia Legislativa de MS, deputado Gerson Claro considerou positivo o anúncio sobre os recursos destinados ao Estado como parte do novo PAC, mas não deixou passar em branco o fato de o governo petista ter deixado obras importantes fora do cronograma. Referiu-se a duplicação da BR-163 e adequações na BR-267 (trecho Nova Alvorada do Sul/Bataguassu) e na BR-060 (Campo Grande /Sidrolândia/Jardim), como parte do traçado da Rota Bioceânica, futura conexão de Mato Grosso do Sul com o Oceano Pacífico.
Fonte: ConjunturaOn-Line – Por Willams Araújo – Foto: Divulgação